segunda-feira, 4 de junho de 2012

Desastre na catraia


Na noite do de ontem dia 03 de junho de 2012, por volta das 22:30h uma catraia que faz a travessia  do Rio Acre entre o centro de Xapuri ao bairro da Sibéria colidiu com um tronco de árvore no meio do Rio, segundo testemunhas a colisão do barco com o tronco não causou o afundamento da catraia e sim o movimento das pessoas assustadas e a grande Lotação 0com cerca de 20 pessoas ocasionou o afundamento do barco iniciando ai o maior desastre de que se tem notícia já acontecido na travessia do bairro.

As pessoas vinham de um culto e havia muitas crianças, com o movimento causado pelas pessoas que se assustaram na hora do impacto a catraia virou ficando muitas pessoas agarradas no próprio tronco enquanto começava a mobilização de pessoas nas duas margens do rio.

Uma senhora foi resgatada cerca de 100 metros do local do acidente ainda com vida nas proximidades do porto da balsa e levada ao hospital de Xapuri onde encontra-se internada.

Duas pessoas continuam desaparecidas e um corpo já foi resgatado, um jovem de 17 anos jogador do time sub-18 do Amax que estreiou no Campeonato Acreano no ultimo sábado vencendo o Independência  por 7x1 com o primeiro gol desse jovem conhecido por Batoré.

Cinco barcos com Policiais Militares, funcionários da prefeitura e moradores das proximidades realizaram buscas até as 01:30h da madrugada a procura das pessoas, o Prefeito Bira Vasconcelos em entrevista à Rádio Educadora 6 de Agosto disse que esteve no local até a hora em que as equipes decidiram parar devido a falta de visibilidade causada pela cerração da madrugada colocando em risco a vida dos voluntários.

Muitos pertences das pessoas foram encontrados descendo o Rio, capacetes, sandálias, calçados foram encontrados durante as buscas ainda pela noite.

Agora pela manhã era aguardada a chegada do Corpo de Bombeiros do Alto Acre para assumirem as buscas dos outros corpos ainda desaparecidos.

Um dos corpos dos desaparecidos é de um senhor nascido e criado no bairro da Sibéria filho do proprietário de três catraias que trabalha na travessia do bairro e seu filho não sabia nadar.


 Agora pela manhã após o acidente, pessoas que realizam a travessia voltam a usar o colete até então questionado quando foi exigido o uso pela Marinha  do Brasil.


2 comentários:

  1. Que tristeza, mas cade as verbas públicas pra construir uma ponte! Cade o dinheiro?

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